sábado, 6 de junho de 2009

A flor e o beija-flor


A flor e o beija-flor



Um dia um beija-flor estava beijando as flores até que ele chegou a uma flor que perguntou a ele beija-flor:
-Porque você faz isso com as flores?
-Oque?
-Tira oque às flores guardam durante há muito tempo.
-Por que eu tenho que alimentar-me e alimentar minha família, eu tenho três filhos e uma mulher por isso eu tenho que tirar oque as flores guardam durante muito tempo.
-Mais as flores têm que sustentar as outras flores que nascem delas, por isso eu não vou deixar você tirar oque eu guardo.
-Mais dona flor eu tenho uma família deixe, eu sei que você tem o suficiente para me dar e ficar com você as outras flores tem, eu sei que você pode mi dar.
-Mais se eu der você não vai pegar muito?
-Não.
-Promete que não vai pegar muito?
-Prometo, mais vai logo me dar que vai chover.
-Pode tirar.
-Quando o beija-flor foi pegar veio um gato que queria comer o jovem beija-flor, o beija-flor ficou muito assustado e perguntou:
-Oque você que comigo seu gato?
-E muito simples eu quero lhe comer.
-Porque?
-Por que eu estou com muita fome e a única coisa que eu tenho para comer e você.
-Mais não faça isso comigo senhor gato.
-O gato pulou no beija-flor e a flor com as suas raízes poderosas retirou-a de baixo da terra e segurou a sua pata e disse:
-Você senhor gato não vai comer nenhum beija-flor aqui por que eu não vou deixar.
-Ta certo mais pare de apertar minha pata por que estar doendo muito.
-Mais com uma condição.
-Qual e esta condição?
-Deixar o beija-flor quieto.
-Ta eu deixo ele quieto.
-Vá embora.
-O gato foi embora e o beija-flor agradeceu a flor e também foi embora e esqueceu oque as flores guardam durante muito tempo.

autor(a):
Alexandre da Silva Lúcio
Paraiba,Campina grande, 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O livro e a arvore



O livro e a arvore

No meio dos matos uma arvore ver um livro, a arvore vai ate lá e ver livro triste e chorando e pergunta:
-O que foi senhor livro porque está chorando?
-Por que eu não tenho nenhuma história escrita em mim, eu gostaria muito de ter história para contar.
-Após eu vou contar a minha, eu posso?
-Sim, claro comece, por favor.
-Eu era uma sementinha bem pequena ai eu cai dentro de um buraco, ai jogaram terra por cima, certo dia choveu e molhou toda terra e o buraco também logo depois eu fui crescendo até que eu fiquei com 50cm, eu fui continuei crescendo ai eu fiquei 1metro, depois de um ano eu comecei a crescer mais devagar, fui criando galhas pequenas depois de um tempo elas foram crescendo e criando folhas enormes depois de muito e muito tempo eu fui envelhecendo mais eu ainda estou vivinha e inteira.
-Obrigado dana arvore eu estou muito feliz, muito obrigado mesmo dona arvore.
-não foi nada senhor livro.

autor(a):
Alexandre da Silva Lúcio
Paraiba, campina Grande,2009

Virar príncipe?


Virar príncipe?


No meio das plantas enxergaram um sapo. Galatéia fez a voz mais doce que podia e perguntou:
-Ei, amigo sapo, que tal virar príncipe?
O sapo abril/fechou os olhos:
-Sei não.
-Como é que não sabe? - insistiu a bruxa Galatéia, enquanto Brunevildes apoiava, fazendo sinais com a cabeça. - Quer vida melhor que a de um príncipe?
-Como e a vida de um príncipe? – quis saber o sapo, curioso. E Brunevildes, paciente, explicou:
-vida de príncipe e uma beleza! Não se faz nada o dia inteiro. Come-se do bom e do melhor e ainda por cima desencantam-se princesas adormecidas com um beijo!
-vamos por parte - disse o sapo, bocejando. -Não fazer nada o dia inteiro deve ser chato pra burro. Comer do bom e do melhor e questão de gosto: depende muito do que se come.
-Faisão assado, javali na brasa...
-Puf!-Cuspiu o sapo. – Quanta porcaria!E a terceira ainda é pior. Imagine desencantar princesas adormecidas há séculos. Só dando um bom banho nelas, antes...
-Ô seu sapo sem romantismo!-bufou a Galatéia. –Quer dizer que você não que ser príncipe?
-Pra falar a verdade, prefiro continuar sendo sapo. Caço o dia inteiro e nem vejo o tempo passar; gosto de comer moscas e não javalis na brasa; e ainda vou me casa, no mês que vem, com uma linda sapa que nunca dormiu tanto assim e, além do mais, é muito cheirosa.
autor(a)
Giselda Laporta Nicoles
São Paulo, Mderna, 1985.